Últimas publicações

Portos devem movimentar 1 bilhão de toneladas em 2012

Somente em 2010, os portos brasileiros movimentaram 833.882.797 toneladas de mercadorias. Desse total, 489.594.125 toneladas foram de produtos para exportação e 126.803.596 toneladas de bens importados. A expectativa para 2012 é que sejam movimentadas 1 bilhão de toneladas.

Esses números foram apresentados durante a primeira edição do Port Finance International realizada no Brasil. A conferência internacional sobre finanças portuárias aconteceu na capital carioca, entre os dias 5 e 6 de outubro.

Entre os pontos apresentados por Fernando Antonio Brito Fialho, diretor geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), estão a necessidade da ampliação e modernização da frota petroleira, a criação de uma política pública de proteção a cabotagem, a construção de novas embarcações de contêineres e a equalização da oferta de mão de obra de marítimos, entre outros.

Quando abordou as oportunidades em terminais de uso privativo (TUP), o executivo mostrou números bastante significativos. Os portos de Santos (SP), Imbituba (SC), São João da Barra (RJ), Itaguaí (RJ), Aracruz (ES), Rio de Janeiro (RJ), Barcarena (PA), Bacabeira (MA) e São Luis (MA), já contam com R$ 15 bilhões sendo investidos. Outros R$ 7 bilhões aguardam seus pedidos de outorga serem analisados. Esse montante será aplicado nos terminais de Ipojuca (PE), Presidente Kennedy (ES), Aracruz (ES), Ilha do Frade (BA), Santos (SP) e Pontal do Paraná (PR).

Futuro – Para os próximos anos, existe uma expectativa de aumento considerável. João Emílio Freire Filho, da MA Consultoria, ressalta que os eventos esportivos que serão realizados no Brasil em 2014 e 2016 agitarão ainda mais a movimentação de carga nos terminais portuários, além do desenvolvimento econômico atual do País e da crescente demanda mundial por matérias-primas. Segundo Filho, já para 2012, são esperados mais de um bilhão de toneladas movimentadas nos portos.

Fonte: BrasilComex

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

Operações nos portos exigem paciência

A falta de infraestrutura ainda é o principal problema portuário brasileiro. Apesar de alguns avanços, os últimos balanços do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) revelam que as obras portuárias já concluídas representam 25% da carteira pública de R$ 5,3 bilhões prevista para o setor.

Paralelamente, recente estudo do Fórum Econômico Mundial classificou a qualidade da infraestrutura portuária brasileira na 130ª posição em um ranking de 142 nações. Atrás de todos os países do BRICS (que reúne, além do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) e de dois dos principais parceiros comerciais vizinhos – Argentina e Chile. Este último ostenta uma orgulhosa 37ª posição.

No relatório do fórum, intitulado “The Global Competitiveness Report 2011-2012″, o quesito infraestrutura é um dos 12 pilares para avaliar a competitividade de uma nação. O tópico é desmembrado em qualidade dos portos, dos aeroportos, das rodovias, das ferrovias, oferta de assentos em aviões, fornecimento de eletricidade e telefonias fixa e móvel.

Segundo o presidente da Federação Nacional das Agências de Navegação Marítima (Fenamar), Glen Gordon Findlay, os acessos marítimos têm melhorado com o Programa Nacional de Dragagem (PND), mas o mesmo não ocorre com a parte terrestre. Em Santos, por exemplo, a movimentação de cargas cresceu 135% nos últimos dez anos (fechou em 96 milhões de toneladas em 2010), mas nenhuma nova opção de entrada ao porto foi criada.

Levando em conta que 85% das mercadorias movimentadas acessam ou deixam o cais santista de caminhão – quase 5 mil carretas circulando diariamente -, não são raros episódios de filas quilométricas ultrapassando os muros do porto e chegando até a Via Anchieta.

Sem rodovias e ferrovias em condições e número suficientes, a entrega e retirada das cargas nos portos aumenta, gerando um efeito cascata no tempo de viagem dos navios. Muitos armadores, porém, não esperam a mercadoria atrasada, pois têm contratos com terminais estipulando dia e hora para atracar. Assim, o dono da carga retardatária tem de enviá-la ao porto seguinte – pagando o preço da ineficiência do sistema.

Num país continental em que o uso da cabotagem (navegação entre portos domésticos) é incipiente – cerca de 13% da matriz de transporte -, o cenário beira o caos na época de pico dos embarques.

No porto de Paranaguá (PR), no período de escoamento da safra de grãos, filas de caminhões e de navios são costumeiras. O tempo médio de espera para atracação dos navios é de oito a dez dias. Contudo, no pico da safra, chega-se a verificar períodos de até 25 dias, de acordo com levantamento feito pela Fenamar a pedido do Valor. O custo médio diário de um navio para grãos do tipo panamax (de porte médio) é de US$ 25 mil.

Em Aratu (BA), por exemplo, extremamente demandado pela indústria de fertilizantes, os navios graneleiros têm sofrido demora média de sete dias para atracar. O prejuízo anual com pagamento de sobre-estadias varia entre US$ 10 milhões e US$ 15 milhões.

Em Fortaleza (CE) os tempos de espera melhoraram no mês passado. Em todos os tipos de cargas houve queda. Em setembro, a média para uma embarcação que transporta líquidos atracar foi de 14 horas. A dos porta-contêineres foi de duas horas.

Apesar das especificidades de cada porto e das cargas que movimentam, o problema das filas está presente nos principais complexos. A solução, além da melhora dos acessos, passa pela desburocratização dos processos aduaneiros, que são ainda piores quando as importações aumentam. As cargas desembarcadas levam mais tempo para deixar os terminais marítimos, ocupando os espaços destinados às mercadorias de exportação.

A empresa Hamburg Süd, armador de contêineres líder no transporte com a Costa Leste da América Latina, registrou em 2010 custos adicionais de US$ 118,1 milhões em razão das ineficiências portuárias. Perdeu 62.120 horas em atrasos na atracação dos navios e cancelamentos de escalas.

Para a empresa, a solução passa pelo aumento da oferta de terminais marítimos. No intervalo de dez anos finalizado em 2010, diz a Hamburg Süd, a movimentação de Santos cresceu nove vezes mais do que a oferta de novos berços de atracação – nenhum novo terminal com berços dedicados à movimentação de contêineres foi criado. Os dois novos terminais em construção em Santos, que praticamente dobrarão a atual oferta do porto para carga conteinerizada, só devem ficar prontos no fim de 2012. Mas nenhum deles foi objeto de licitação pública.

Hoje, uma licitação para arrendar uma área no porto de Santos leva, na melhor das hipóteses, 577 dias. São 17 órgãos fiscalizando ou intervindo diretamente no processo. Ao mesmo tempo, a demanda de cargas não para de crescer. No primeiro semestre do ano o volume de contêineres movimentados nos portos cresceu 18,8% sobre o mesmo período de 2010, chegando a 3,6 milhões de Teus (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), conforme relatório da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

Autor: Fernanda Pires Fonte: Portos e Navios

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

Exportação brasileira de 2011 já supera o total de 2010

As exportações brasileiras em 2011 ultrapassaram, nesta terça-feira (18/10), o total vendido pelo país em 2010.

As exportações brasileiras em 2011 ultrapassaram, nesta terça-feira (18/10), o total vendido pelo país em 2010. De janeiro até ontem, o Brasil exportou US$ 202,071 bilhões, número que supera o valor contabilizado em todo o ano de 2010 (janeiro a dezembro) e que foi recorde na série histórica do país (US$ 201,915 bilhões).

Para a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, alcançar, já neste momento do ano, as vendas recordistas de 2010 mostra como “o esforço exportador brasileiro é real”. “É um indicador de como o país vem conseguindo enfrentar a atual crise econômica com determinação e competência diante as oportunidades do mercado global”, acrescentou.

A meta do MDIC para as exportações brasileiras para o ano de 2011 é de US$ 257 bilhões. O número projeta um crescimento 27% acima do total exportado em 2010.

Fonte: BrasilComex

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

Exportação brasileira de 2011 já supera o total de 2010

As exportações brasileiras em 2011 ultrapassaram, nesta terça-feira (18/10), o total vendido pelo país em 2010. De janeiro até ontem, o Brasil exportou US$ 202,071 bilhões, número que supera o valor contabilizado em todo o ano de 2010 (janeiro a dezembro) e que foi recorde na série histórica do país (US$ 201,915 bilhões).

Para a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, alcançar, já neste momento do ano, as vendas recordistas de 2010 mostra como “o esforço exportador brasileiro é real”. “É um indicador de como o país vem conseguindo enfrentar a atual crise econômica com determinação e competência diante as oportunidades do mercado global”, acrescentou.

A meta do MDIC para as exportações brasileiras para o ano de 2011 é de US$ 257 bilhões. O número projeta um crescimento 27% acima do total exportado em 2010.

Fonte: BrasilComex

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

Royalties: participação especial da União ficará em 42%, diz relator

O relator do projeto que prevê a partilha dos royalties do petróleo entre estados produtores, não produtores e a União, Vital do Rêgo (PMDB-PB), disse que o percentual destinado à União na participação especial paga pelas petroleiras ficará em 42%, 8 pontos percentuais a menos do que é pago hoje.

Na última segunda-feira (17), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, chegou a apresentar proposta que previa redução para 43%, segundo líder do PT no Senado, Humberto Costa (PT-PE), que participou do encontro. O senador disse ainda que a proposta de Mantega é reduzir o percentual e recuperá-lo ano a ano com o aumento de 1% até chegar a 46%.

Segundo o líder petista só dessa forma as contas serão fechadas e os estados e municípios não produtores poderão receber cerca de R$ 8 bilhões, como prevê o projeto de lei do senador Wellington Dias (PT-PI). Humberto Costa disse também que hoje serão intensificadas as conversas com representantes da União e da Câmara dos Deputados.

De acordo com o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMBD-RO), diante da alternativa dada pelo ministro, os deputados insistiram em manter a proposta de 40%, prevista na emenda do líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Mas para haver consenso, os parlamentares decidiram apoiar a proposta que prevê participação de 42% mais recomposição de 1% ano a ano. Às 15 horas, está prevista uma reunião da bancada peemedebista no Senado, quando o relator apresentará e debaterá sua proposta.

O senador Wellington Dias destacou que o parecer que será apresentado à tarde mantém basicamente o eixo de seu projeto de lei e viabiliza o pagamento de R$ 8 bilhões aos estados não produtores na arrecadação de royalties e participação especial. Além disso, e municípios produtores têm os R$ 12 bilhões já previstos em seus orçamentos para o ano que vem e a União tem garantidos recursos entre R$ 8,5 e R$ 9 bilhões.

Segundo Wellington Dias, a União alega que a receita dos royalties e da participação especial “são instáveis” porque dependem do preço do barril de petróleo. O senador não concorda com esse argumento e reconheceu que essa oscilação no preço do barril vale, também, para estados e municípios uma vez que a discussão se trata da divisão de toda a arrecadação.

Autor: Agência Brasil Fonte: Folha Vitória

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

IPI maior atinge dez modelos de GM, Ford e VW

Dez modelos de carros importados pela Chevrolet, Ford e Volkswagen terão aumento de 30 pontos percentuais no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) por não atingir os 65% de conteúdo nacional ou regional. A Fiat não foi atingida pela medida.

O prazo para que as empresas comprovassem o percentual exigido pelo governo federal terminou ontem. A partir de hoje, aquelas que não se adequaram ao decreto terão de pagar mais para importar os veículos.

Entre os cinco modelos da Volkswagen, o aumento do IPI já impactou em 8,6% o preço do alemão Tiguan. A montadora ainda não definiu os reajustes para os demais modelos — Passat, Passat Variant, Passat CC e TuareG — vindos da Alemanha.

Os modelos Edge (Canadá) e Transit (Turquia), da Ford, também serão importados com imposto maior. Da Chevrolet os modelos atingidos são o esportivo Camaro (Canadá), o Omega (Austrália) e o Malibu (Estados Unidos).

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior não informou ontem quantas empresas protocolaram os comprovantes. A expectativa era que 20 empresas solicitassem a confirmação de nacionalização.

URUGUAI

O Ministério da Fazenda deve publicar nesta semana o novo decreto que elevou o IPI com as regras de importação para veículos montados no Uruguai, porém vindos da China e da Coreia do Sul.

O texto vai incorporar as regras já existentes no acordo comercial firmado entre os dois países, de conteúdo regional de, no mínimo, 50%. As empresas inscritas no PIP (Programa de Integração Progressiva) e com percentuais entre 30% e 50% poderão importar segundo as regras.

Fonte: Folha.com

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

China chama atenção do mercado global

Embora a crise na zona do euro e nos Estados Unidos ainda não tenha alcançado um desfecho, o foco de atenção do mundo começa a se voltar para a Ásia.

Ontem, o Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou do risco de uma bolha imobiliária na China se o governo não incentivar as instituições financeiras a oferecerem mais opções de poupança às pessoas físicas. Outro alerta veio do economista-chefe para a Ásia do HSBC, Frederic Neumann. Ele afirmou, em Tóquio, que o sentimento dos investidores em relação à China se deteriorou rapidamente.

Ao mesmo tempo o FMI afirmou que o Japão deve fazer mais para convencer os investidores de que tem um plano para pôr em ordem sua situação fiscal.

Essas notícias, principalmente as que acendem um sinal amarelo sobre o futuro da economia chinesa, derrubaram as Bolsas de Valores europeias e preocuparam o mercado brasileiro, que está fortemente ligado à economia da China, maior parceiro comercial do Brasil.

E dificuldades no mercado chinês podem atingir duplamente o Brasil: como importador e como grande exportador para escoar mais excedentes no mercado brasileiro, prejudicando mais as médias e pequenas indústrias.

Para tentar se defender de danos e prejuízos que alega sofrer em decorrência da agressividade das empresas chinesas, um grupo de empresários brasileiros criou a Comissão de Defesa da Indústria Brasileira (CDIB) para denunciar práticas ilegais, como o dumping, e exigir medidas do governo federal.

Segundo Roberto Barth, proprietário da Supergauss (fabricante de ímãs de ferrite) e coordenador da CDIB, depois que o Brasil começou a adotar ações antidumping os exportadores chineses vêm buscando outros caminhos ilegais para manter suas vendas no mercado internacional, não somente no brasileiro.

Dentre as alternativas, diz Barth, estão: falsa declaração de origem, triangulação de mercadorias, subfaturamento e elisão – quando os produtos chegam ao Brasil praticamente acabados, mas para fugir da tarifa antidumping entram no País como partes e componentes, passando aqui apenas pela última fase de montagem.

Fonte: NewsComex

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

Falta lembrar que só os investimentos geram PIB

O governo optou por uma política desenvolvimentista renunciando às medidas de política monetária para conter as pressões inflacionárias. Por enquanto, conseguiu apenas que a inflação aumentasse, enquanto o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), previsto pelo mercado em 5% no início do ano (Pesquisa Focus), não deverá ultrapassar 3,50%.

O que parece é que o governo esquece que o crescimento econômico depende de investimentos numa relação capital/produto que varia muito de um setor para outro da economia. Pelos dados dos últimos quatro trimestres, em relação ao trimestre anterior, verifica-se que a evolução da Formação Bruta de Capital Fixo foi decrescente: aumentou 21,2% no terceiro trimestre de 2010; 12,3%, no trimestre seguinte; e 8,8%, no primeiro trimestre deste ano, para cair para 5,9% no segundo trimestre. O que se está observando neste ano, portanto, é uma queda dos investimentos do governo central, que, além disso, estão muito abaixo do valor previsto no Orçamento e, mais, correspondem em grande parte aos restos a pagar do exercício anterior.

Se consideramos os dados do Orçamento-Geral da União (OGU) para os oito primeiros meses do ano, verificamos que, com R$ 24,140 bilhões, os investimentos acusaram queda de 9,09% em relação ao mesmo período de 2010. Em valor constante (deflator IGP-DI), recuaram 16%, acusando queda desde 2009, e têm sido financiados na proporção de 69% por restos a pagar. Isso mostra, claramente, que o governo não está dando a prioridade proclamada aos investimentos e prefere sustentar o crescimento econômico por meio de um aumento da demanda, que, em parte, é suprida por produtos importados. Os maiores investimentos foram realizados pelo Ministério dos Transportes, com R$ 17,1 bilhões.

As empresas estatais investiram R$ 47,6 bilhões até agosto, ante uma dotação anual de R$ 108 bilhões, o que representa 44% do previsto. (Houve uma queda de R$ 4,2 bilhões.) A Petrobrás, com recursos próprios, respondeu por R$ 42,6 bilhões do total, ou 89,5%.

As informações divulgadas mostram suficientemente que, apesar de contar com forte aumento das receitas, o governo tem preferido elevar seus gastos de custeio, gerando um aumento da demanda que a produção nacional pode atender só em parte. Os investimentos que asseguram crescimento são insuficientes e uma redução da carga tributária teria permitido que o aumento dos investimentos privados compensasse os que o governo não faz.

Autor: O Estado de S.Paulo Fonte: Estadão

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

WTorre vai construir novo porto no litoral de SP, diz presidente

Anúncio oficial do projeto deve ser feito ainda neste mês, diz Walter Torre Jr.
Obra de cerca de R$ 5 bilhões está prevista para ser concluída em 4 anos.

A WTorre irá anunciar ainda nesta mês a construção de um porto privado no litoral de São Paulo. A informação é do presidente da empresa, Walter Torre Jr.

Segundo ele, será o maior projeto da companhia no país e custará em torno de R$ 5 bilhões. A previsão é concluir a obra em quatro anos. “É um porto de enormes dimensões para corrigir essa deficiência que o Brasil tem de interação com o resto do mundo”, disse, após participar de painel durante assembleia da associação dos World Trade Centers, em São Paulo.

Questionado sobre a cidade em que o porto seria construído, Torre Jr. preferiu não dar mais detalhes.

Torre explica que o foco será atender embarcações de grande porte. “O porto terá 2 milhões de metros de área e 6 quilômetros de berço”, diz.

Segundo ele, o investimento será feito em parceria ciom empresas interessadas em operar no local. “É um clube de investimento. São vários usuários para poder ter carga própria. Vamos lançar este mês ainda”, disse.

Questionado se o porto pode ser comparado ao Porto do Açu, que está sendo construído pelo empresário Eike Batista, o empresário disse que o projeto tem características diferentes. “Aquele do Eike é um pouco exagerado, mas é na proporção”, diz. “A diferença é que é para grandes navios. É um complemento para navios que hoje não entram no Porto de Santos”.

Investimentos no setor
Presente no mesmo evento, o diretor da Bunge Adalgiso Telles criticou a infraestrutura dos portos brasileiros. “O agronegócio perde por ano cerca de U$ 5 bihões em perdas logísticas que ocorrem da porteira da fazenda até os portos”, disse.

O presidente do Citibank, Gustavo Marin, destacou a necessidade de mais linhas de financiamento de longo prazo para o setor naval. “Hoje é mais fácil financiar a construção de um estaleiro em Cingapura ou na Coreia do que no Brasil”, disse. Segundo ele, a falta de experiência do Brasil na área é o principal fator para a avaliação de risco de performance dos projetos realizados no Brasil.

Autor: Darlan Alvarenga Fonte: G1

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF

China expande impostos sobre recursos naturais

O dólar começou o pregão de terça-feira (11) em alta ante o real e chegou a se valorizar cerca de 1% ainda durante a manhã, mas reduziu os ganhos e passou a operar com queda. Às 14h08, o dólar comercial operava com queda de 0,51%, vendido a R$ 1,761.
O foco de atenção de investidores durante o dia está na Eslováquia, país da Europa que vota nesta terça a ampliação do fundo de resgate a países com dificuldades da região. Os eslovacos são os últimos a decidir sobre o assunto, e dissidências internas fazem com que os mercados operem em meio a um misto de expectativa e nervosismo.

A valorização da moeda acontecia em diversas partes do mundo, com avanço perante divisas que tinham ganhado valor significativamente nos últimos dias de pregão, como o dólar australiano e peso mexicano. Hoje, as duas moedas perdiam 0,58% e 0,32%, respectivamente.

Fonte: G1 Economia

Espalhe nas mídias sociais!
  • Twitter
  • Facebook
  • Live
  • Google Bookmarks
  • del.icio.us
  • Technorati
  • MySpace
  • Rec6
  • FriendFeed
  • Tumblr
  • NewsVine
  • Print
  • email
  • PDF